Mundu Rodá — teatro físico, dança e cultura popular brasileiraConteúdo informativo e independente

Início › Integrantes

Integrantes

Alício Amaral, Juliana Pardo e o Núcleo Manjarra: formação, pesquisa e funções de cada integrante da Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança.

Quem faz a Mundu Rodá

A Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança foi fundada em 2000, em São Paulo, pelos artistas-pesquisadores Alício Amaral e Juliana Pardo. O trabalho da companhia parte das danças tradicionais brasileiras para construir uma cena contemporânea que integra corpo, música e palavra.

Além dos dois diretores, a companhia articula núcleos de estudo e um coletivo de dança e música, o Núcleo Manjarra, formado por artistas que pesquisam as manifestações populares brasileiras e as desdobram em criação cênica.

Alício Amaral

Ator-pesquisador, bailarino, músico e arte-educador, fundador da Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança (2000). Ministra o curso de extensão «Danças Dramáticas Brasileiras para o Trabalho do Ator/Bailarino/Músico» no Instituto de Artes da UNESP, em São Paulo.

Formou-se em música (1996–1999) na Universidade Livre de Música (ULM-SP), onde estudou viola erudita com Henrrique Müller e integrou a Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo. Integrou a equipe de professores e a equipe pedagógica do Teatro Escola Brincante, de Antônio Nóbrega e Rosane Almeida, de 2005 a 2013, ministrando cursos de dança-teatro e preparação para atores e bailarinos.

Estudou o trabalho do ator com Carlos Simioni, Raquel Scotti, Jesser de Souza e Naomi Silman, do LUME, e com Norberto Presta e Sabine Uitz, do Grupo Via Rossi de Teatro Contemporâneo. Estudou biomecânica teatral com Gennadi Nikolaevich Bogdanov e teatro com Eugênio Barba e os atores do Odin Teatret. Desde 2008 mantém intercâmbio de pesquisa teatral com o grupo Farm in the Cave, de Viliam Dočolomanský, em Praga.

Desde 2000 pesquisa os toques das rabecas de diferentes estados brasileiros e o uso do instrumento na cena — pesquisa que atravessa boa parte do repertório da companhia.

Juliana Pardo

Atriz-pesquisadora, bailarina e arte-educadora, fundadora da Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança (2000). Também ministra o curso de extensão «Danças Dramáticas Brasileiras para o Trabalho do Ator/Bailarino/Músico» no Instituto de Artes da UNESP.

Formou-se em dança (1995) com Rainer Vianna, Marinês Calori e Regina Bellini, na Escola Klauss Vianna, em São Paulo, e em artes cênicas na ELT (Escola Livre de Teatro), onde estudou com Jean Pierre Kalestrianos e Antônio Araújo, entre outros. Estudou máscara neutra e máscaras da commedia dell'arte com Tiche Vianna e Maria Thaís.

Estudou o trabalho de ator com Ricardo Puccetti, Carlos Simioni, Raquel Scotti, Jesser de Souza e Renato Ferracini, do LUME, e com Norberto Presta e Sabine Uitz. Formou-se no processo didático e criativo da Técnica Klauss Vianna com Jussara Miller, em Campinas. Integra desde 2005 o grupo de formação pedagógica do Instituto Brincante, em São Paulo.

Núcleo Manjarra

Criado em 2004, o Núcleo Manjarra — Boi Manjarra/SP reúne artistas e educadores que aprofundam o estudo das danças populares brasileiras sob a coordenação e direção artística de Juliana Pardo e Alício Amaral. Desde 2006 o núcleo brinca na Festa Tradicional do Divino Espírito Santo, em São Luís do Paraitinga (SP).

  • Ana Célia Martins — dança no Manjarra e toca alfaia no Ilú Obá de Min; gestora cultural.
  • Cibele Mateus — atriz e dançarina no núcleo desde 2010; cofundadora da Cia. As Marias.
  • Nilma Rodrigues — atriz, dançarina e brincante de cultura popular; arte-educadora.
  • Isabela Rodrigues — dançarina e brincante da cultura popular brasileira.
  • Bruna Souza — dançarina do Núcleo Manjarra desde 2005.
  • Carolina Moya — bailarina formada em comunicação das artes do corpo (PUC-SP); flamenco e danças populares pernambucanas.
  • Val Ribeiro — ator e dançarino; pesquisa a integração entre manifestações tradicionais e criação contemporânea em dança-teatro.
  • Adriano de Jesus — músico percussionista do núcleo e arte-educador.

Como a companhia se organiza

A Mundu Rodá funciona em três frentes que se alimentam: criação de espetáculos, formação de artistas e pesquisa das manifestações tradicionais. Um espetáculo novo nasce quase sempre de uma oficina, e uma oficina nasce do convívio com mestres e brincadores.

É por isso que o repertório e o trabalho pedagógico da companhia não se separam: o mesmo material pesquisado no Cavalo Marinho ou no Maracatu Rural aparece no palco e na sala de aula, com o mesmo cuidado de contexto e de crédito aos mestres.

Atenção. Este portal é informativo. Datas, autoria e dados sobre pessoas, grupos e comunidades devem ser conferidos na fonte antes de qualquer uso.